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Sem vazão, o Rio Tietê continuará poluído. Proteja sua família com o Purificador de Água ULFER

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Na próxima terça-feira, comemora-se o Dia do Rio Tietê. Apesar da significativa importância hídrica e econômica, o manancial nascido em Salesópolis, que corta Mogi das Cruzes e percorre outros 60 municípios paulistas, incluindo a Capital, em seus 1.100 quilômetros de extensão, é motivo de preocupação. No trecho que passa pela cidade, a principal está relacionada à carga de esgotos domésticos que ainda recebe e à insuficiência de água limpa para autodepuração dos dejetos, tratados ou não, nele lançados.

A expectativa é de que as obras do programa Mogi+Ecotietê – em licitação – ampliem o volume de tratamento em 8,7% nos próximos cinco anos. Hoje, segundo a Prefeitura Municipal, 95% dos detritos gerados na cidade são coletados e 61% tratados, sendo os 39% restantes descartados nos córregos – de forma afastada, mas in natura -, seguindo para o Tietê.

Na avaliação do engenheiro civil e ambientalista José Roberto Kachel dos Santos, não é a poluição que impede o Tietê ser aproveitado para o abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo. “Muito pelo contrário. A captação plena da vazão do rio nas suas cabeceiras é que não deixa vazão de água limpa que permita condições de autodepuração dos esgotos que gera, mesmo tratados”, alerta.

Fonte: O diário de mogi

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