Furto de água

Ação foi descoberta após monitoramento via satélite. Só em 2017, o Governo perdeu R$ 43 milhões com as ligações clandestinas

Um levantamento do Governo do Distrito Federal aponta que moradores de, pelo menos, 2,8 mil residências furtaram água no primeiro semestre de 2018. Em uma ação de combate a esse crime nesta quarta-feira (1º/8), a Polícia Civil e funcionários da Companhia de Saneamento Ambiental  (Caesb) flagraram 50 casas no Areal alimentadas por ligações clandestinas.

Geraldo Donizeth, gerente de vistoria e fiscalização da Caesb, explicou como foi feita a identificação: “Nós temos postos que monitoram, via satélite, os prováveis pontos de consumo não autorizado. Com base nessas informações, nós começamos a acompanhar as regiões para descobrir onde é o ponto em que foi feita a derivação”.

Um ponto irregular de abastecimento servia água para mais de 100 pessoas e gerava prejuízos ambientais. Para ter ideia do prejuízo anual provocado por ligações clandestinas semelhantes, em 2017, ano em que a crise hídrica na capital foi mais intensa, o GDF calculou uma perda 727 milhões de litros de água.

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